BIORREMEDIADORES NO TRATAMENTO DE EFLUENTES DA AQUACULTURA

 

Para determinar a eficiência do uso de biorremediadores no tratamento de efluentes foram realizados dois experimentos com duração de 15 dias cada. Para execução dos dois experimentos, foram utilizadas 9 caixas, com o fundo preenchido com sedimento e abastecidas com efluente de um viveiro de camarões, simulando uma bacia de sedimentação de uma fazenda. Estas caixas foram distribuídas em três tratamentos com três repetições.

 

Temperatura, salinidade, pH e oxigênio dissolvidos foram medidos diariamente. Amostras de água foram coletadas nas caixas diariamente para a análise de nutrientes (amônia, nitrito, nitrato e fosfato – UNESCO, 1983; Strickland & Parsons, 1972), quantificação da demanda de oxigênio em frascos de DBO de 250 ml, utilizando multi-analisador Yellow Springs YSI Modelo 556 MPS. A biomassa de fitoplâncton (clorofila-a) foi determinada em amostras de água concentradas em filtros de fibra de vidro (Whatman GF/F) e o pigmento extraído com acetona 90% no escuro e a baixa temperatura (-12ºC) por pelo menos 24 horas. Após a extração, a concentração do pigmento foi determinada utilizando um Fluorímetro Turner TD700, previamente calibrado com clorofila-a pura.